sábado, 27 de setembro de 2008

E eu tô voltando pra casa!!!

Eu tô voltando pra casa! 14 dias, 30 Würste, 20 Schintzele, muita pimenta, ZilZil e até um prato de comida grega depois, eu to indo pro meu bom e velho macarrão ao molho branco - que, em princípio, não existe na Alemanha. Que isso fique registrado!

Mas é claro que eu não vou escrever pra dizer o quanto foi legal. Vou escrever pra falar mais curiosidades! Curtas, rápidas, mas ainda assim curiosas! hehe...

A primeira delas é em relação às máquinas. Eu já devo ter comentado, mas vou repetir se já o fiz. Aqui "sub-empregos" são dispensáveis - realmente. Numa loja, por exemplo, dificilmente você encontrará vendedores ou algo do gênero. Tem uma loja enorme, tipo uma Renner (roupas +-), que você entra, prova, escolhe, e só tem uma pessoa trabalhando: no caixa. Me impressiona que ela ainda tenha emprego, daqui a pouco substituem por um robozinho hehe...

Mas não é só nas lojas - antes fosse. A reciclagem, por exemplo, é feita através de uma máquina. Você vai ao mercado com uma sacola de garrafas PET; você coloca uma-a-uma na máquina e ela te dá um valor pra cada uma. Aceita de vidro também. No final, é só pegar a notinha e ir fazer compras!

Carrinho de compras? É claro que não precisa de "recolhedor". Você coloca 1 ou 2 euros no carrinho para retirá-lo. Obviamente você o levará de volta antes de ir embora, pois 1 euro vale MUITO!

Isso pra não falar nas sacolas de compras. Aqui você paga, 6 cents de euro cada uma. Eu hein, levo na mão mesmo hehe...

E as vending machines tem de tudo. Bebida, comida e chocolate eu já conhecia, mas de camisinha foi nova! hehe... Tem em todo banheiro de barzinho por aqui.

Mas mesmo com tanta automação, algumas sub-empregos são difíceis de deixar de existir. Um deles é o de "guia de castelo", ou algo parecido; um cara com 3 metros de pança aqui em Elgersburg é um exemplo disso. E os alemães são engraçados: é claro que a gente precisa de um guia, mas inevitavelmente ele é visto como 'burro' pela sociedade, porque não estudou! Fazer o que...

E bem, por falar em castelo, o castelo por dentro é muito legal! Fotos em breve, e o mais legal é que a prefeitura da cidade aluga partes do castelo - para manter a estrutura. Isso significa que (vou abrir uma exceção e falar de negócios! hehe) a nossa empresa vai ter sede num castelo. De verdade, num castelo de verdade! De 900 anos atrás. Quer mais?! Fala sério! A gente não vai ter funcionários, vai ter cavaleiros lutando contra os bugs heheheh...

Bom, no mais é isso. Ontem eu quebrei a mala dos meus pais (desculpa aí! hehe), por isso vou ter que inevitavelmente comprar outra mala pra voltar pro Brasil. E daqui a pouco vamos pra Frankfurt, conhecer a última cidade (acho que foram umas 10!) na Alemanha antes de embarcar, às 6h45 de amanhã. Esta viagem vai ser longa...

Muitíssimo obrigado pela audiência, e aproveitem pra pegar a receita do strudel (post anterior). Este blog sai do ar em uns 30 dias! :)

Abraços, mach's gut und bis gleich! Ponto final.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Strüdelteig

Atendendo à pedidos! hehe...

500 gr. Mehl
Salz
2 Eigelb
100 gr. Margarine
12 Eßlöffel sause Sahne
8 Eßlöffel warmes Wasser

tá pronto! hehe

Berlin, Erfurt, compras e italiano

Berlin é mesmo uma cidade muito bela. Arrisquei até pensar - e o pensamento foi confirmado pelo Willy poucos minutos depois - que Paris seria muito parecida. Cheia de luz, com uma torre alta, um portal, um jardim enorme e uma avenida bem arborizada. E muito, mas muito turista! Argh... hehehe

Como se eu fosse muito alemão, visitamos Berlin em pouco mais do que 8 horas. Chegamos à noite e, com uma falta enorme de carboidratos no meu corpo (ultimamente só estou comendo Schnitzel (Schweinfleisch)  e Wurst!!), fomos procurar um ristorante italiano. Qual não foi a minha surpresa a me deparar com um garçom narigudo e com alemão cheio de sotaque. Arrisquei um italiano e o garçom me respondeu, e aí pela primeira vez eu pude questionar o cardápio, perguntar se não tinha mais nada e fazer todo o pedido bem à vontade, como se tivesse mesmo no Brasil. Também foi a primeira vez que eu usei meu italiano, e até que foi bem legal! Gostei...

Jantamos e fomos a um boteco indiano. Pois é, Berlin é assim: tem comida pra todos os tipos... Espere só até chegar na "ida pra casa", você se espantará com o restaurante que eu fui (haha)...

Fomos para o hostel (novamente o Wombat's, mas aqui ele era ainda MUITO melhor!) e dormimos. O próximo dia seria longo...

E foi mesmo! Decidimos acordar às 7h para que pudéssemos caminhar o suficiente. Às 10h, encontraríamos o Carnsten (tio do Willy) no Domo (catedral), mas ela fica no meio da cidade - e a gente devia ir lá pro começo dela. 8 minutos no metrô e estávamos no primeiro monumento: o Brandenburger Tur.

O portal é bem bonito, construído há muito tempo por alguma vitória da Alemanha. É como um Arco do Triunfo por aqui. Fotos, fotos e fotos, e visitamos um jardim - era o Tiergarten, o maior jardim dentro de uma cidade que a Alemanha possui. Bem legal lá também...

Lembra que eu falei que a guerra e o muro aqui ainda são muito presentes? Pois é, pela cidade inteira você pode encontrar pedaços do muro, e também o "caminho" onde o muro estava construído pode ser visto em vários pontos da cidade! É bem interessante!!

O curioso de Berlin é que eles reconstróem tudo. Muita coisa foi destruída na guerra - praticamente todos os lugares que visitamos, e por isso eles simplesmente reconstróem. O próximo projeto, por exemplo, é um castelo antigo, que fica bem no meio de Berlin. Para isso, eles simplesmente botaram àbaixo o prédio do parlamento, uma vez que o castelo era ali e ali ele será! O Domo, as estátuas pelas ruas, os Museums, tudo foi reconstruído - mas, claro, parecendo antigo. É meio coisa pra inglês ver - ou melhor, pra alemão ver. Eles gostam. Eu gostei também, apesar de achar meio muito dinheiro gasto... Maaas, afinal de contas, eles têm dinheiro! Bom pra eles hehe

Muitos pontos turísticos depois, e Musems onde até um pedaço real da babilônia eu pude conhecer, fomos para a casa do Carnster visitar o resto da família. Papo vai, papo vem, resolvemos fazer nossa última refeição em Berlin antes de pegar o trem de volta (está achando o tour muito curto? foi mesmo! mas foi legal!!). Onde? Num restaurante africano. Pensa num Henrique comendo comida africana?!

Mas pois é, o legal é que aqui é de verdade. Um restaurante indiano só tem indiano; italiano só tem italiano; russo só tem crimonoso (hehe); e africano, é claro, só tem afriano. Então dá pra acreditar mesmo!!

E lá fomos nós. O Willy queria comer crocodilo, por isso fomos. No fim das contas, até que não me dei tão mal - mas comi pouco, é claro. Comida super condimentada, mas meu estômago até tá se acostumando com isso - e tá ficando com muita saudades do Brasil rs...

Um Zilzil (prato que eu pedi) depois, fomos para a Hauptbahnhof de Berlin. Starbucks pra nos manter acordado, pois se dormíssemos iríamos parar em Züruck, e fomos pro trem. Uma coisa nos preocupava: tínhamos de pegar uma conexão, em Erfurt, em 8 minutos. Mas eram 2 trocas de trem no total, e hoje em dia os trens não são mais tão pontuais como eram antigamente aqui. Ou seja: se perdêssemos o último trem de Erfurt, estávamos perdidos!

E adivinha o que aconteceu? Perdemos o último trem de Erfurt. Chegamos na estação 2 minutos depois de ele ter partido. Ferrou!

A questão é que a Deutsche-Bahn (empresa de trens) tinha nos dito que, caso isso acontecesse, eles dariam um voucher para o táxi. Chegou lá e....? Quem disse que o Reisebüro estava aberto. Daí pegamos um táxi, orientados por ele (pelo fone) e pegamos o recibo. "Eles vão pagar depois"... O difícil é que taxi aqui é assim: 10 cents a cada 3 segundos (eu contei! hehe)... Isso dói no bolso, se você pensar que viajamos 50km de taxi... Não precisa fazer as contas: EUR80,10. Foi a maior conta que eu já paguei aqui, e foi muito dinheiro pra um Brasileiro! ehhe...

Mas daí você pensa "estou na Alemanha, aqui não vai ter problema!". Há, sei. Pelo telefone, a Deutsche-Bahn nos confirmou que poderíamos resgatar o dinheiro em Erfurt. Pergunta se deu certo?! xi...

Mas bom, de qualquer forma estamos vivos - mesmo que sem dinheiro. Ontem fomos às compras, comprei algumas tranqueiras e algumas coisas legais. Fiquei doido na loja de esportes, queria levar tudo - mas não levei nada! hehe... Mas é de ficar doido!

Aliás, Erfurt é uma cidade linda. Já falei isso, e repito. Erfurt está tem tudo que tem Berlin, e o silêncio de uma cidade pequena. É antiga, é quieta e tem muitas lojas boas. É pena que estava chuviscando, e não quis levar a máquina de foto.

Mas daí, na loja, comprei uma câmera pro Kauan! E fui abri-la pra tirar as fotos, todo feliz, quando me deparei com uma câmera azul-calcinha! haha... Sorte minha que tive a idéia de usar a câmera, e voltamos à loja rapidamente pra pegar a rosa. Imagina se o kau ia aceitar a câmera azul... hehe

A viagem aos poucos vai chegando ao fim. Hoje já é quinta-feira. Ainda iremos a Ilmenau fazer algumas compras. Uma coisa que estou com muita vontade mas acho que não vai dar certo é de levar vinho. Aqui a garrafa mais cara, d"AQUELE" vinho francês, custa 3 euros. O mais normal é 1 ou 2 euros...

E vamos que vamos... Hoje o dia deve ser cheio - de trabalho! Abraços, e-ponto.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

75 anos, chantily no strudel e falando inglês!

Domingo, antes de ir à Berlin (tirar meu primeiro e único dia de férias por aqui) fomos a um aniversário da meia-irmã do Willy, a Claudia. A família deles é bem engraçada, e bem típica alemã: a avó aposentada cozinhou para os convidados da festa (que foi na própria casa dos avós), enquanto o avô nos recebia. Lá em cima, mãe, irmã, sobrinha, outra avó e muita alegria.

Lembrou-me muito como nós a festa deles. Muito animados, festa pequena (tinha apenas 8, e eu lá de penetra...), comida MUITO bem preparada, e muita gente falando. Nunca tive tanta dificuldade pra entender algo... porque veja: alemão já é complicado; agora imagine aquelas reuniões de família onde importante mesmo é falar, e não ouvir; agora imagine todo mundo falando alemão ao mesmo tempo, e alguns ainda com dialeto! Difícil de imaginar? Imagina de estar lá dentro...

Mas ainda assim foi bem interessante; consegui estabelecer alguns diálogos curtos com algumas pessoas... Já haviam me falado isso, mas ver uma criança falando é muito engraçado. Fiquei pensando que até ela, com talvez 8 anos, fala alemão... E eu, nada! Hehe....

Mas mais legal mesmo foi com os avós. São pessoas extremamente saudáveis, felizes e sãs – pra não dizer orgulhosos. Mas isso acho que todos são... De qualquer forma (já comentei isso aqui) sempre que temos pessoas um pouco mais velhas aqui, lembramos da guerra e do que devem ter passado. Isso, no entanto, não parece afetar a sanidade deles ou qualquer coisa assim...

 

Prova disso foi a outra avó da Claudia, que com 75 anos e uma doença que a faz tremer um pouco várias partes do corpo, quando pegou um pedaço de Apfelstrüdel e não hesitou em pegar a lata de chantily e dê-lhe chantily!!!! Fiquei mesmo impressionado! Nem eu como tanta porcaria hehe...

E o mais engraçado ainda, como se não bastasse, foi que depois, quando eu estava falando sobre o Brasil com o avô do Willy (entenda, não era uma conveeersa, era uma tentativa de bate-papo), ela simplesmente começou a falar inglês comigo. Ah, daí foi demais pra mim rs...

Eu sei que de longe pode parecer que foi simplesmente uma exceção, mas não é não; a Alemanha é mesmo um país muito velho, mas os velhinhos aqui estão com tudo! São sempre muito politizados e muito fortes... Ninguém aqui tem cara de ser muito fraco! É bacana, uma sociedade que cresce saudável – e trabalhadora, muito!

No fim do dia, depois de passear e conhecer a cidade (que esqueci o nome mas depois eu lembro), visitando dois castelos (um fechado, no entanto), pegamos a Autobahn rumo à Berlin. E Berlin, hmmm... ponto ponto ponto.

sábado, 20 de setembro de 2008

Dei risada em alemão!

Estou feliz!! Na Alemanha já há 5 dias, e com "aquele" alemão (idioma) de apenas dois anos de estudo, eu cheguei aqui mal e mal conseguindo dizer que não falava alemão. Hoje, porém, entendi a primeira piada na minha curta vida alemã! Pois é! Todo mundo riu, e EU TAMBÉM!!! Foi muito bacana... E, na verdade, nem foi uma piada; foi um comentário engraçado, do tio do Willy dando uma resposta do tipo "tolerância zero"... e eu entendi! hehehe.. Isso é besta, mas significa um monte...

Também, agora no fim do dia um amigo do Willy veio visitá-lo. Jantamos todos e eu entendi bastante coisa também... Está realmente muito legal!

Uma coisa (mais uma) curiosa daqui, falando em alemão, são as janelas. Aliás, as casas inteiras. Elas são construídas para um "público" completamente diferente. Isso significa que os ralos das pias, por exemplo, têm uma tampa que fecha e abre. Mas pense que chato - e feio - seria uma tampa normal que fecha e abre. Não daria, certo?! Então eles desenvolveram um sistema muito legal, mas que eu não consigo explicar! Acredite portanto em mim quando eu digo que é legal! hehe...

Outra coisa são as janelas. Elas abrem ao contrário! Quer dizer, não ao contrário, mas no lado errado. Sabe quando você empurra uma janela pra fora da casa e ela forma uma "/" com a parede de fora (quando vista de lado)? Seria como a janela do meu escritório ou da academia... Então, aqui a janela abre no mesmo formato, porém não é a parte de baixo que sai; é a parte de cima que entra. Pois é, a janela abre pra dentro de casa, e por cima! Estou desconfiado que seja por causa da neve (se cair muita neve numa janela aberta pra fora, provavelmente ela fecharia, certo?!), mas vou perguntar depois...

E vamos lá, pra mais uma seção de trabalho! Mach's gut! Tchüss!! ponto.

Erfurt...

Velocidade é mesmo uma medida relativa. 20km/h por hora para um carro, por exemplo, é super lento; para um corredor, é super rápido. 160km/h para um brasileiro, por exemplo, é super rápido; para um alemão, é super lento. E foi assim que ontem, a 230km/h, fomos para Erfurt “pegar uma balada”. Balada não, barzinho. Alemão. Mas ainda assim, balada.

 

As baladas aqui são bem diferentes das do Brasil – claro. Em geral são barzinhos; lugares pra dançar, mesmo, tem pouco; e o house, que domina os ouvidos de quem está lá dentro, no meio da noite dá um lugar a uma lambada que todo mundo adora. Mas ninguém sabe que é ou o que é lambada, para eles pode ser uma música africana. Ainda assim, todo mundo gosta!

 

Erfurt é legal. É uma cidade pequena mas grande; é um meio termo, algo como uma pequena Curitiba. Bem organizada – claro, com muita gente, e algumas coisas curiosas. Uma delas é o barzinho onde fomos, que fica no mesmo prédio da prefeitura da cidade! O outro são duas igrejas de estilo gótico, uma católica e outra evangélica, situadas no mesmo terreno. É, no mesmo terreno! Talvez cinco metros separem as duas construções, que estavam fechadas e nada por dentro pude eu ver.

 

Lembra que eu comentei que a guerra aqui ainda é muito presente? Pois é... Quando estávamos indo para os Alpes, ouvimos pelo rádio que tinham acabado de encontrar uma bomba da segunda guerra, e a destruiriam num lago que estava no caminho. Tivemos que desviar... Simples assim...

 

Hoje fomos visitar uma torre medieval. Aliás, está tendo uma festa medieval aqui na cidade, e o dia inteiro estamos ouvindo gaitas-de-fole e pessoas gritando. É bem divertido, dá mesmo pra imaginar como era 500 anos atrás. E foi neste clima que subimos até o topo da floresta e almoçamos num restaurante bem típico. E daí fomos à torre, claro. Detalhe: a torre é só um luxo que um grupo de poetas construiu, há pouco mais de 100 anos. Ou seja, não é da época medieval, mas sim uma fantasia histórica de um grupo de gente doida. Mas é legal mesmo assim, valeu a pena.

 

 Daí agora estamos aqui, com a calefação ligada e um friozinho aconchegante nos dizendo pra ficar em casa. Parece ridículo ficar em casa na Alemanha, eu sei; mas acabamos de voltar de mais um passeio na floresta, e trabalhar/passear cansa também! Preciso de férias rsrs...

 

No mais é isso. Vou lembrando das coisas aos poucos, e vou esquecendo também. Por hora, sei que amanhã à noite partimos para Berlin, de férias até segunda-feira! rs...

 

Para quem tem acesso, meu orkut tem algumas fotos dos Alpes. Não publiquei todas ainda, é preciso tempo (e paciência neste laptop) para tratar todas...

 

Abraços, und bis morgen. Ponto.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Correndo na floresta

Hoje o dia começou tarde. Eram pouco mais de 11 horas da manhã quando levantei. Finalmente consegui dormir um pouco, o fuso horário ainda não se adaptou comigo... Mas tudo bem!

 

Durante o nescafé, o tio do Willy puxou conversa comigo – auf Deutsch, natürlich. Foi legal, entendi bastante coisa e conseguimos trocar umas dez frases sobre meu próprio alemão, e quanto rápido eu estou aprendendo. Começo mesmo a acreditar que eu começo a aprender algo do idioma.

 

Trabalhei durante o dia (finalmente!) e no fim do dia fui correr com a Ushi. O caminho: a floresta. Muito legal! Não é só no Brasil que existe verde, aqui existe também – e adivinha? A floresta é mesmo organizada. Existem pessoas que limpam mesmo a floresta, e – talvez por causa do frio – não existem aranhas, cobras ou algo do tipo. A paisagem é linda...

 

De volta pra casa, fomos para Weimar para jantar. Tinha um campo de concentração lá, mas não conseguimos ver pois já era noite...

 

A Alemanha tem um negócio legal nos carros. Os rádios podem exibir texto. Ou seja, você sintoniza na estação e tem o nome dela aparecendo no seu rádio. É algo legal, meio inútil, mas legal.

 

Bem, por hoje é isso. Aconteceram algumas outras coisas, como eu ter perdido – e achado – os meus cartões de crédito, e ter perdido a lente também. Mas nada muito importante, hoje o dia foi de trabalho e um treino curto pelas ruas de Elgersburg. Auf wiedersehen! Ponto.